Sob o
clima da tranquilidade, Fred e Diego Cavalieri abrem a fila na chegada a Buenos
Aires
(Foto:
Mowa Press)
A
paralisação do funcionalismo público da Argentina se deu principalmente por
conta do aumento da inflação e da falta de emprego. De acordo com os principais
sindicatos do país, 90% dos trabalhadores aderiram ao protesto. Voos da empresa
Aerolíneas Argentinas foram cancelados. Porém, a Seleção não teve problemas
para chegar a Buenos Aires. Viajando em uma companhia brasileira, o time
canarinho chegou ao país vizinho por volta das 22h30m (de Brasília).
De acordo
com um funcionário do aeroporto Aeroparque, as ruas de Buenos Aires ficaram
vazias por conta do receio da população com os protestos dos trabalhadores mais
exacerbados. Mais os focos de protesto foram vistos principalmente nas entradas
para a capital argentina.
- Muita
gente ficou com medo da reação do governo. Todos puderam circular normalmente
pela cidade – afirmou.
Um
taxista se mostrou surpreso com a adesão em massa dos trabalhadores argentinos
e fez uma revelação.
- Todos
preferiram ficar em casa. A adesão foi grande. Teremos outra paralisação nas
próximas semanas. Foi o que eu ouvi falar.
Protestos
à parte, a Seleção vai enfrentar a Argentina nesta quarta-feira, na Bombonera,
e precisa apenas de um empate para ficar com o bicampeonato do Superclássico
das Américas. A tendência é que o Brasil entre em campo com a seguinte
formação: Cavalieri, Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Carlinhos; Ralf,
Paulinho, Jean e Thiago Neves; Neymar e Fred.
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